quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Comandos uteis para Ubuntu e Linux Mint.

 
Comandos uteis para Ubuntu e Linux Mint.
 
Comandos para o Ubuntu e para o Linux Mint.
Segue alguns comandos importantes para manutenção do sistema, principalmente para usuários iniciantes...

1- Atualizar a lista de pacotes: sudo apt-get update

2- Atualizar toda a distro: sudo apt-get -f dist-upgrade ou update-manager -d -c

3- Instalar pacotes: sudo apt-get install [nome do pacote]

4- Procurar arquivos corrompidos: sudo apt-get check

5- Corrigir problemas de dependências, concluir instalação de pacotes pendentes e outros erros: sudo apt-get -f install

6- Se o comando sudo apt-get -f install não resolver use: sudo dpkg -i --force-all para forçar a instalação ou sudo dpkg -r [nome do pacote] para desistir da instalação.

7- Solucionar problemas causados por interrupção na instalação, e pendências na configuração do pacote:
sudo dpkg --configure -a

8- Remover arquivos inúteis do cache, onde são registradas as cópias das atualizações que são instaladas pelo gerenciador de pacotes: sudo apt-get clean

9- Remover pacotes instalados automaticamente e que não tem mais nenhuma utilidade para o sistema e que consome recursos da máquina: sudo apt-get autoremove

10- Remover pacotes antigos ou duplicados: sudo apt-get autoclean

11- Remover pacotes com problemas: sudo apt-get -f remove

12- Remover pacotes instalados: sudo apt-get remove [nome do pacote]

13- Remover restos de compilações anteriores e módulos desnecessários:
# make clean

14- Para ver os pacotes órfãos: instalar o pacote deborphan e para verificar no sistema:
sudo deborphan

15- Remover pacotes órfãos: sudo deborphan | xargs sudo apt-get -y remove --purge

16- Remover pacotes órfãos por interface gráfica, instalar o pacote: gtkorphan
Depois, acessar: Sistema > Administração > Remove orphaned

17- Listar pacotes: sudo apt-get -l [nome do pacote]

18- Verificar a versão do kernel: # uname -a

19- Checar se tem vírus no sistema: # chkrootkit (antes de checar instalar o pacote chkrootkit)

20- Verificar as mensagens de erro geradas durante a compilação e instalar os componentes necessários: sudo apt-get install auto-apt

Depois execute os comandos nessa ordem: auto-apt update, auto-apt updatedb, auto-apt update-local

21- Verificar o estado e temperatura do hd: # smartctl -H /dev/sda1 (diagnóstico rápido) , # smartctl -A /dev/sda1 (verificação com mais detalhes)

22- Corrigir erros do hd: # fsck /dev/sda1

23- Verificar a temperatura do hd: # hddtemp /dev/sda1

24- Formatar partição: # mkfs.ext3 /dev/sda1 (cuidado ao utilizar este comando! se formatar a raiz perderá o sistema, se formatar a partição home perderá seus arquivos pessoais)

25- Recuperar partições do hd danificado: # fsck.ext3 /dev/sda1 e fsck.ext3 -f /dev/sda1 para forçar a verificação da partição

26- Exibir informações dos usuários do sistema. Se um usuário não for passado ao comando o mesmo apresentará informações de todos usuários atualmente logados: finger

”finger fulano” para exibir informações, como login, diretório pessoal, shell entre outras do usuário “fulano”.

27- passwd Alterar a senha de um usuário exibindo um prompt para que a nova senha seja fornecida, e logo depois repetida para confirmação.

O usuário logado pode alterar a própria senha digitando apenas ”passwd”.

”sudo passwd fulano” para alterar a senha do usuário “fulano”.

”sudo passwd -l fulano” para bloquear a conta do usuário “fulano”.

”sudo passwd -u fulano” para desbloquear a conta do usuário “fulano”.

”sudo passwd -d fulano” para desativar a senha do usuário “fulano” deixando-o sem uma senha de acesso.

28- ifconfig Permite configurar as interfaces de rede, sendo o comando utilizado na inicialização do sistema para configuração destas interfaces. Caso nenhum argumento seja passado junto ao comando, o mesmo apenas irá exibir o estado das interfaces atualmente definidas.

29- uname Este comando exibe várias informações sobre o sistema, incluindo o nome da maquina, nome e versão do Kernel e alguns outros detalhes. É muito útil para verificar qual é o Kernel usado por você.

30- top Este comando exibe em tempo real informações sobre seu sistema Linux, processos em andamento e recursos do sistema, incluídos CPU, memória RAM e uso do swap, além do número total de tarefas sendo executadas.

31- free Este comando exibe a quantidade de memória livre e usada no sistema. "free -m" fornece a informação usando megabytes, que é provavelmente mais útil para computadores atuais.

32- df Mostra o espaço em disco do sistema de arquivos usado por todas as partições. "df -h" é provavelmente o mais útil - usa megabytes (M) e gigabytes (G) em vez de blocos para relatar o tamanhos. (-h significa "human-readable").

33- badblocks Procura por blocos ruins em um dispositivo, geralmente uma partição de disco.
”sudo badblocks /dev/hda3” para verificar se o dispositivo /dev/hda3 se encontra com blocos ruins.

34- halt, reboot, shutdown Respectivamente encerra, reinicializa e encerra ou reinicializa o sistema.

”sudo halt” para encerrar o sistema.

”sudo reboot” para reiniciar imediatamente o sistema. Este comando equivale aos comandos ”sudo init 6” e ”sudo shutdown -r now”.

”sudo shutdown -h now” para encerrar o sistema imediatamente.

”sudo shutdown -h +15” para encerrar o sistema daqui a 15 minutos.

"ls -lh /etc/shadow" para saber a data de instalação:

"apt-cache polícy [nome do pacote]" para saber se pacote esta disponível para instalação nos repositórios:

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Erro do Plug-in Java ao acesso a Caixa

Olá pessoal!
Acompanhamos diariamente a página do Conectividade Social ICP que criamos no Facebook, bem como o Grupo de Discussão e todos os dias há relatos de usuários com diversas dificuldades de acesso ao Canal Conectividade Social ICP da CAIXA.
São problemas que vão desde a simples reinstalação de um aplicativo até uma série de procedimentos, modificações e configurações a serem seguidos.
Oferecemos, aqui na Certificard, o serviço de Suporte Técnico via Acesso Remoto, onde nossa equipe, mediante agendamento prévio, acessa o computador do cliente remotamente e trabalha na resolução de eventuais problemas de acesso a sites e canais que solicitam o uso do Certificado Digital.
Todavia, postaremos aqui possíveis soluções para os erros mais comuns e, se você se sentir confiante em realizar os procedimentos aqui postados, fique a vontade para comentar abaixo! Cada postagem abordará um erro diferente.

Erro: O CNS requer utilização do Plug-in Java 1.5.0 ou superior

cns requer utilização do plug in java 1.5.0 ou superior
cns requer utilização do plug in java 1.5.0 ou superior
Para corrigir esse erro são necessárias duas etapas.
A primeira etapa consiste em verificar se o o plugin do Java está sendo executado em seu navegador, para isso é preciso acessar o Gerenciamento de Complementos do Internet Explorer.

Como acessar:

Pressione simultaneamente as teclas “Alt” e “X” do seu teclado. Ao fazer este procedimento, abrir-se-á um menu no canto superior direito do navegador (vide imagem abaixo)gerenciar_complementos
Clique em Gerenciar Complementos e, onde há o menu Mostrar, escolha Todos os Complementos.
Em seguida, verifique se na lista de Plugins, o Java está ativado, senão estiver, Habilite. (vide imagem abaixo)
complementos
Após verificação do plugin do Java no navegador é necessário executar o Modo de Exibição de Compatibilidade.

Para isso siga os seguintes passos:

  1. Acesse o Conectividade Social ICP;
  2. Pressione simultaneamente as teclas “Alt” e “R” ou “Alt” e “T” dependendo da versão do seu navegador. Caso nenhum dos atalhos funcione, apenas pressione a tecla “Alt” e verifique a barra logo abaixo a barra de endereço e clique no menu Ferramentas;
  3. Clique em Modo de Exibição de Compatibilidade. (vide imagem abaixo);
compatibilidade
Se preferir, ou se seu navegador mostrar a opção, ao invés de acessar o menu Ferramentas, apenas clique no ícone ao lado do endereço, conforme mostra a figura seguinte:compatibilidade2


Se você usa o Internet Explorer 11, provavelmente verá somente a opção Configurações do Modo de Exibição de Compatibilidade. Clique neste item e adicione “caixa.gov.br” sem as aspas e feche o assistente.

Após seguir estes procedimentos, o Erro: O CNS requer utilização do Plug-in Java 1.5.0 ou superior não aparecerá mais em seu navegador.
Para outros erros, navegue nos posts do blog.
Um bom trabalho a todos!!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Bloqueando Dispositivos USB Via GPO – Windows 2008 Server

Bloqueando Dispositivos USB Via GPO – Windows 2008 Server

Primeiramente, faremos a criação de uma nova GPO, sem vincular a nenhuma OU no domínio.
Abra a console do Group Policy Management, através do Menu Iniciar, Administrative Tools, Group Policy Management:
usb_access_001
Após abrir a console, clique com o botão direito em Group Policy Objects, New:usb_access_002
Agora dê um nome a GPO, e clique em OK:
usb_access_003
Agora localize a GPO criada, clique com o botão direito sobre ela, e escolha a opção Edit:
usb_access_004
Navegue até o caminho abaixo apontado, e em seguida efetuaremos o bloqueio da leitura de dispositivos USB:
blq_usb_005_v2
No meu exemplo, efetuei o bloqueio de unidades de CD e DVD e de todos os tipos de unidades de armazenamento, mas vale lembrar que nenhum dispositivo como mouse, teclado, que não tenha “Storage” será boqueado.
Deixe as opções desejadas no modo “Enable”, e assim a politica será aplicada.
blq_usb_006_V2
Nesse momento, será necessário vincular essa GPO a uma OU que contenha os objetos usuários, pois definimos a política em “User Configuration”. Para isso, escolha a OU que contem seus objetos usuários, clique com o botão direito, e clique em “Link na Existing GPO..”
blq_usb_007_v2
Escolha a politica que acabou de criar, e clique em OK:
usb_access_008
Com isso, poderá notar que a GPO já está vinculada à OU desejada, e todos os usuários contidos nela receberão a nova regra:
blq_usb_009_v2
Removendo o Bloqueio de Midias no USB
Após aplicar a diretiva, surge então a duvida: Todos os usuários que foram afetados estão com acesso negado nos computadores em que fizeram logon, mesmo após remover o vínculo da GPO e efetuar o comando gpupdate /force.
Isso acontece pois a GPO modifica algumas chaves do registro, que impedem o acesso aos dispositivos.
Para isso, é necessário modificar essas chaves manualmente, ou aplicando uma política igual à que criamos, mas que faça o desbloqueio de tudo que fizemos anteriormente.
usb_access_010
Para isso, repita o procedimento de criação de uma nova GPO, mas ao invés de ativar o bloqueio faremos a desativação.
blq_usb_011_v2
Depois de concluir a criação da nova GPO, vincule a mesma (mesmo procedimento da etapa de bloqueio) a uma Unidade Organizacional que deseja utilizar para remover o bloqueio dos usuários nos computadores afetados pela GPO, e solicite ao usuário que faça logon/logoff da estação para que a remoção seja efetuada.
Vale lembrar que, após mover o usuário para qualquer Unidade Organizacional sem o bloqueio, ele poderá logar em qualquer outro que o bloqueio não estará mais aplicado, mas se não fizer o procedimento de remoção, o computador afetado ficará sempre com o bloqueio.

sábado, 30 de agosto de 2014

Desabilitando o requisito de complexidade de senha

Desabilitando o requisito de complexidade de senha.


Nesse artigo aprenda como desabilitar a complexidade de senha em um Domínio

A complexidade de senha impõe que o usuário utilize em sua senha 3 dos 4 itens abaixo
· Letras maiúsculas
· Letras minúsculas
· Números
· Caracteres especiais
Através de GPO é possível desabilitar essa imposição o que em minha opinião não é uma pratica muito recomendada, pois isso possibilitará que o usuário escolha senhas simples como, por exemplo, 123456 (essa seria a minha primeira tentativa de adivinhar a senha de um usuário). Porem em muitas empresas a complexidade de senhas que deveria trazer segurança acaba em usuários que não conseguem memorizar suas senhas pendurando-as em “post it” em seus monitores o que torna muito mais fácil o acesso a sua conta.
Já discutido os pros e contras desse procedimento vamos ao passo a passo.
Em seu DC clique em executar gpmc.msc
clique em floresta > domínios > (domínio)
Edite a “default domain policy “

clique em configuração do computador > configurações do Windows > Configurações de segurança > Diretivas de contas, altere a diretiva “senha deve satisfazer a requisito de complexidade” para desativada. Caso seja necessário diminua também o comprimento mínimo de senha que por padrão são 7 caracteres.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Descubra o nome da máquina pelo IP

Descubra o nome da máquina pelo IP

Você que trabalha muito com aceso remoto na rede, sempre precisa saber qual máquina aquele ip pertence, certo, tem um comando do DOS que mostra todas as informações sobre a máquina, basta digitar os IP.
O comando é o nslookup
Sintese: nslookup ipdamáquina (nslookup 192.168.1.71)
Tem outro comando que mostra as informações mais completas, o nbtstat
Síntese: nbtstat [parâmetro] ipdamáquina (nbtstat –a 192.168.1.71)

Pelo support tools do Win2003, use o srvinfo, que te mostra praticamente tudo do host, desde hotfixes instalados, até placas de rede, hd,etc

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Diferença entre IP estático e IP dinâmico

IP estático (ou fixo) é um número IP dado permanentemente a um computador, ou seja, seu IP não muda, exceto se tal ação for feita manualmente. Como exemplo, há casos de assinaturas de acesso à internet via ADSL, onde alguns provedores atribuem um IP estático aos seus assinantes. Assim, sempre que um cliente se conectar, usará o mesmo IP. Essa prática é cada vez mais rara entre os provedores de acesso, por uma série de fatores, que inclui problemas de segurança.
IP dinâmico, por sua vez, é um número que é dado a um computador quando este se conecta à rede, mas que muda toda vez que há conexão. Por exemplo, suponha que você conectou seu computador à internet hoje. Quando você conectá-lo amanhã, lhe será dado outro IP. Para entender melhor, imagine a seguinte situação: uma empresa tem 80 computadores ligados em rede. Usando IPs dinâmicos, a empresa disponibilizou 90 endereços IP para tais máquinas. Como nenhum IP é fixo, quando um computador "entra" na rede, lhe é atribuído um IP destes 90 que não esteja sendo usado por nenhum outro computador. É mais ou menos assim que os provedores de internet trabalham. Toda vez que você se conecta à internet, seu provedor dá ao seu computador um IP dela que esteja livre.
O método mais usado para a distribuição de IPs dinâmicos é a protocolo DHCP(Dynamic Host Configuration Protocol).

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O QUE SIGNIFICA O RDP ?

O Protocolo de Área de Trabalho Remota é baseado e é uma extensão da família T-120 de padrões de protocolos. Um protocolo multicanal que permite que canais virtuais separados carreguem dados, comunicação de dispositivo serial, informações de licenciamento, dados altamente criptografados (teclado, atividade do mouse) e assim por diante. Como o RDP é uma extensão do protocolo central T.Share, vários outros recursos são mantidos como parte do RDP, como os recursos arquiteturais necessários para fornecer suporte de multiponto (sessões com vários participantes). A entrega de dados multipontos permite que os dados de um aplicativo a ser entre em "tempo real" para várias partes sem a necessidade de enviar os mesmos dados para cada sessão individualmente (por exemplo, o Virtual Whiteboards). 

Neste primeiro lançamento do Windows Terminal Server, no entanto, estamos nos concentrando em fornecer comunicações confiáveis e rápidas ponto-a-ponto (sessão única). Somente um canal de dados será usado no lançamento inicial do Terminal Server 4.0 No entanto, a flexibilidade do RDP garante a funcionalidade em produtos futuros. 

Uma das razões pelas quais a Microsoft decidiu implementar o RDP para fins de conectividade dentro do Terminal Server do Windows NT é que esse protocolo oferece uma base bastante extensiva para a construção de muitos outros recursos. Isto ocorre porque o RDP fornece 64.000 canais separados para transmissão de dados. No entanto, as atividades de transmissão atuais usam apenas um único canal (para teclado, mouse e dados de apresentação). 

Além isso, o RDP foi concebido para fornecer suporte a vários tipos diferentes de topologias de rede (como ISDN, POTS e vários protocolos LAN, como IPX, NetBIOS, TCP/IP e assim por diante). A versão atual do RDP será executada apenas em TCP/IP mas, com os comentários do cliente, será possível acrescentar outro protocolo de suporte em versões futuras. 

A atividade envolvida em enviar e receber dados por meio da pilha do RDP é essencialmente a mesma dos padrões para o modelo OSI de sete camadas para a rede local comum hoje. Os dados de um aplicativo ou de um serviço a ser transmitido por meio das pilhas do protocolo, sendo seccionados, direcionados a um canal (por meio de MCS), criptografados, quebrados, enquadrados, empacotados no protocolo de rede e finalmente endereçados e enviados na transmissão ao cliente. Os dados retornados funcionam da mesma maneira, apenas na ordem inversa, sendo que o pacote é eliminado de seu endereço, quebrado, descriptografado e assim por diante, até que os dados sejam apresentados ao aplicativo para serem utilizados. Partes importantes das modificações da pilha de protocolos ocorrem entre a quarta e a sétima camadas, nas quais os dados são criptografados, quebrados, enquadrados, direcionados a um canal e priorizados. 

Um dos pontos importantes para os desenvolvedores de aplicativos que usam o RDP é que a Microsoft simplificou a utilização da pilha de protocolos. Isso permite que eles apenas gravem aplicativos de 32 bits simples, bem projetados, de funcionamento eficiente. A pilha de RDP implementada pelo Terminal Server e as conexões do cliente do sistema fazem o restante. 

Para obter mais informações sobre como os aplicativos interagem no Terminal Server e sobre o que é importante observar ao desenvolver aplicativos para uma infra-estrutura do Windows Terminal Server, consulte o artigo "Otimizando aplicativos para o Windows NT Server 4.0, Terminal Server Edition". Quatro componentes que valem a pena discutir na instância da pilha de RDP são o MCSMUX (Multipoint Communication Service), o GCC (Generic Conference Control ), o Wdtshare.sys e o Tdtcp.sys. O MCSMUX e o GCC são parte da família T.120 da ITU (International Telecommunication Union). O MCS é composto por dois padrões: T.122, que define os serviços multipontos e o T.125, que especifica o protocolo de transmissão de dados. O MCSMux controla a atribuição de canais (por meio da multiplexação de dados em canais virtuais predefinidos no protocolo), os níveis de prioridade e a segmentação dos dados que estão sendo enviados. Ele basicamente reduz as pilhas múltiplas de RDP a uma única entidade, da perspectiva do GCC. O GCC é responsável pelo gerenciamento dos canais múltiplos. Ele permite a criação e a exclusão de conexões de sessão e controla os recursos fornecidos pelo MCS. Cada protocolo do Terminal Server (atualmente, apenas o RDP e o ICA da Citrix recebem suporte) terá um parâmetro na instância da pilha de protocolos carregado (uma pilha de escuta aguardando um pedido de conexão). O driver de dispositivo do Terminal Server coordena e gerencia as atividades dos protocolos RDP e é constituído por componentes menores, por driver RDP (Wdtshare.sys) para transferência, compressão, criptografia, enquadramento de UI, e assim por diante e por um driver de transporte (Tdtcp.sys) para empacotar o protocolo de rede subjacente TCP/IP. 

O RDP foi desenvolvido para ser totalmente independente de sua pilha de transporte subjacente, nesse caso o TCP/IP. O RDP, sendo totalmente independente de sua pilha de transporte, significa que podemos adicionar outros drivers de transporte para outros protocolos de rede, de acordo com a necessidade de aumento por parte do cliente, não realizando nenhuma alteração significativa nas partes fundamentais do protocolo. Esses são elementos importantes para o desempenho e a extensibilidade do RDP na rede.