sábado, 30 de agosto de 2014

Desabilitando o requisito de complexidade de senha

Desabilitando o requisito de complexidade de senha.


Nesse artigo aprenda como desabilitar a complexidade de senha em um Domínio

A complexidade de senha impõe que o usuário utilize em sua senha 3 dos 4 itens abaixo
· Letras maiúsculas
· Letras minúsculas
· Números
· Caracteres especiais
Através de GPO é possível desabilitar essa imposição o que em minha opinião não é uma pratica muito recomendada, pois isso possibilitará que o usuário escolha senhas simples como, por exemplo, 123456 (essa seria a minha primeira tentativa de adivinhar a senha de um usuário). Porem em muitas empresas a complexidade de senhas que deveria trazer segurança acaba em usuários que não conseguem memorizar suas senhas pendurando-as em “post it” em seus monitores o que torna muito mais fácil o acesso a sua conta.
Já discutido os pros e contras desse procedimento vamos ao passo a passo.
Em seu DC clique em executar gpmc.msc
clique em floresta > domínios > (domínio)
Edite a “default domain policy “

clique em configuração do computador > configurações do Windows > Configurações de segurança > Diretivas de contas, altere a diretiva “senha deve satisfazer a requisito de complexidade” para desativada. Caso seja necessário diminua também o comprimento mínimo de senha que por padrão são 7 caracteres.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Descubra o nome da máquina pelo IP

Descubra o nome da máquina pelo IP

Você que trabalha muito com aceso remoto na rede, sempre precisa saber qual máquina aquele ip pertence, certo, tem um comando do DOS que mostra todas as informações sobre a máquina, basta digitar os IP.
O comando é o nslookup
Sintese: nslookup ipdamáquina (nslookup 192.168.1.71)
Tem outro comando que mostra as informações mais completas, o nbtstat
Síntese: nbtstat [parâmetro] ipdamáquina (nbtstat –a 192.168.1.71)

Pelo support tools do Win2003, use o srvinfo, que te mostra praticamente tudo do host, desde hotfixes instalados, até placas de rede, hd,etc

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Diferença entre IP estático e IP dinâmico

IP estático (ou fixo) é um número IP dado permanentemente a um computador, ou seja, seu IP não muda, exceto se tal ação for feita manualmente. Como exemplo, há casos de assinaturas de acesso à internet via ADSL, onde alguns provedores atribuem um IP estático aos seus assinantes. Assim, sempre que um cliente se conectar, usará o mesmo IP. Essa prática é cada vez mais rara entre os provedores de acesso, por uma série de fatores, que inclui problemas de segurança.
IP dinâmico, por sua vez, é um número que é dado a um computador quando este se conecta à rede, mas que muda toda vez que há conexão. Por exemplo, suponha que você conectou seu computador à internet hoje. Quando você conectá-lo amanhã, lhe será dado outro IP. Para entender melhor, imagine a seguinte situação: uma empresa tem 80 computadores ligados em rede. Usando IPs dinâmicos, a empresa disponibilizou 90 endereços IP para tais máquinas. Como nenhum IP é fixo, quando um computador "entra" na rede, lhe é atribuído um IP destes 90 que não esteja sendo usado por nenhum outro computador. É mais ou menos assim que os provedores de internet trabalham. Toda vez que você se conecta à internet, seu provedor dá ao seu computador um IP dela que esteja livre.
O método mais usado para a distribuição de IPs dinâmicos é a protocolo DHCP(Dynamic Host Configuration Protocol).

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O QUE SIGNIFICA O RDP ?

O Protocolo de Área de Trabalho Remota é baseado e é uma extensão da família T-120 de padrões de protocolos. Um protocolo multicanal que permite que canais virtuais separados carreguem dados, comunicação de dispositivo serial, informações de licenciamento, dados altamente criptografados (teclado, atividade do mouse) e assim por diante. Como o RDP é uma extensão do protocolo central T.Share, vários outros recursos são mantidos como parte do RDP, como os recursos arquiteturais necessários para fornecer suporte de multiponto (sessões com vários participantes). A entrega de dados multipontos permite que os dados de um aplicativo a ser entre em "tempo real" para várias partes sem a necessidade de enviar os mesmos dados para cada sessão individualmente (por exemplo, o Virtual Whiteboards). 

Neste primeiro lançamento do Windows Terminal Server, no entanto, estamos nos concentrando em fornecer comunicações confiáveis e rápidas ponto-a-ponto (sessão única). Somente um canal de dados será usado no lançamento inicial do Terminal Server 4.0 No entanto, a flexibilidade do RDP garante a funcionalidade em produtos futuros. 

Uma das razões pelas quais a Microsoft decidiu implementar o RDP para fins de conectividade dentro do Terminal Server do Windows NT é que esse protocolo oferece uma base bastante extensiva para a construção de muitos outros recursos. Isto ocorre porque o RDP fornece 64.000 canais separados para transmissão de dados. No entanto, as atividades de transmissão atuais usam apenas um único canal (para teclado, mouse e dados de apresentação). 

Além isso, o RDP foi concebido para fornecer suporte a vários tipos diferentes de topologias de rede (como ISDN, POTS e vários protocolos LAN, como IPX, NetBIOS, TCP/IP e assim por diante). A versão atual do RDP será executada apenas em TCP/IP mas, com os comentários do cliente, será possível acrescentar outro protocolo de suporte em versões futuras. 

A atividade envolvida em enviar e receber dados por meio da pilha do RDP é essencialmente a mesma dos padrões para o modelo OSI de sete camadas para a rede local comum hoje. Os dados de um aplicativo ou de um serviço a ser transmitido por meio das pilhas do protocolo, sendo seccionados, direcionados a um canal (por meio de MCS), criptografados, quebrados, enquadrados, empacotados no protocolo de rede e finalmente endereçados e enviados na transmissão ao cliente. Os dados retornados funcionam da mesma maneira, apenas na ordem inversa, sendo que o pacote é eliminado de seu endereço, quebrado, descriptografado e assim por diante, até que os dados sejam apresentados ao aplicativo para serem utilizados. Partes importantes das modificações da pilha de protocolos ocorrem entre a quarta e a sétima camadas, nas quais os dados são criptografados, quebrados, enquadrados, direcionados a um canal e priorizados. 

Um dos pontos importantes para os desenvolvedores de aplicativos que usam o RDP é que a Microsoft simplificou a utilização da pilha de protocolos. Isso permite que eles apenas gravem aplicativos de 32 bits simples, bem projetados, de funcionamento eficiente. A pilha de RDP implementada pelo Terminal Server e as conexões do cliente do sistema fazem o restante. 

Para obter mais informações sobre como os aplicativos interagem no Terminal Server e sobre o que é importante observar ao desenvolver aplicativos para uma infra-estrutura do Windows Terminal Server, consulte o artigo "Otimizando aplicativos para o Windows NT Server 4.0, Terminal Server Edition". Quatro componentes que valem a pena discutir na instância da pilha de RDP são o MCSMUX (Multipoint Communication Service), o GCC (Generic Conference Control ), o Wdtshare.sys e o Tdtcp.sys. O MCSMUX e o GCC são parte da família T.120 da ITU (International Telecommunication Union). O MCS é composto por dois padrões: T.122, que define os serviços multipontos e o T.125, que especifica o protocolo de transmissão de dados. O MCSMux controla a atribuição de canais (por meio da multiplexação de dados em canais virtuais predefinidos no protocolo), os níveis de prioridade e a segmentação dos dados que estão sendo enviados. Ele basicamente reduz as pilhas múltiplas de RDP a uma única entidade, da perspectiva do GCC. O GCC é responsável pelo gerenciamento dos canais múltiplos. Ele permite a criação e a exclusão de conexões de sessão e controla os recursos fornecidos pelo MCS. Cada protocolo do Terminal Server (atualmente, apenas o RDP e o ICA da Citrix recebem suporte) terá um parâmetro na instância da pilha de protocolos carregado (uma pilha de escuta aguardando um pedido de conexão). O driver de dispositivo do Terminal Server coordena e gerencia as atividades dos protocolos RDP e é constituído por componentes menores, por driver RDP (Wdtshare.sys) para transferência, compressão, criptografia, enquadramento de UI, e assim por diante e por um driver de transporte (Tdtcp.sys) para empacotar o protocolo de rede subjacente TCP/IP. 

O RDP foi desenvolvido para ser totalmente independente de sua pilha de transporte subjacente, nesse caso o TCP/IP. O RDP, sendo totalmente independente de sua pilha de transporte, significa que podemos adicionar outros drivers de transporte para outros protocolos de rede, de acordo com a necessidade de aumento por parte do cliente, não realizando nenhuma alteração significativa nas partes fundamentais do protocolo. Esses são elementos importantes para o desempenho e a extensibilidade do RDP na rede.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Criar e Incluir uma Assinatura nas Mensagens Enviadas.

Criar uma assinatura

  1. Em uma nova mensagem, na guia Mensagem, no grupo Incluir, clique em Assinatura e em Assinaturas.
  2. Na guia Assinatura de Email, clique em Novo.
  3. Digite um nome para a assinatura e clique em OK.
  4. Na caixa Editar assinatura, digite o texto que deseja incluir na assinatura.
  1. Para formatar o texto, selecione-o e use os botões de estilo e formatação para escolher as opções desejadas.
 OBSERVAÇÕES 
  • Também não é mais possível criar assinaturas com base em HTML. Para obter mais informações, consulteUsando o Outlook 2007 com e sem o Word 2007 instalado.
  • Essas opções não estarão disponíveis se você usar texto sem formatação, como formato padrão de mensagens.
  1. Para adicionar elementos além do texto, coloque o cursor no local desejado e siga um destes procedimentos:
OPÇÕESCOMO FAZEROBSERVAÇÕES
Para adicionar um cartão de visita eletrônicoClique em Cartão de Visita e clique em um contato na lista Arquivado como. Em seguida, clique em OK.Ao adicionar seu cartão de visita a uma assinatura, você pode incluir as informações de contato específicas de modo rápido e distinto.
Para adicionar um hiperlinkClique no botão Inserir Hiperlink, vá para um hiperlink, clique para selecioná-lo e clique em OK.
Para adicionar uma imagem
Clique no botão Imagem, vá para uma imagem, clique para selecioná-la e clique em OK.
Os formatos de arquivo de imagem comuns incluem: .bmp, .gif, .jpg e .png.
Para obter mais informações sobre como adicionar uma imagem da assinatura manuscrita, consulte:
  1. Depois de concluir a criação da assinatura, clique em OK.
 OBSERVAÇÃO   A assinatura que você acabou de criar ou modificar não aparecerá na mensagem aberta no momento; ela terá que ser inserida na mensagem. Para obter mais informações, consulte "Etapa 2: Inserir uma assinatura na mensagem".

Etapa 2: Inserir uma assinatura em uma mensagem

Você pode definir uma assinatura a ser adicionada automaticamente às mensagens de saída ou pode inserir uma assinatura manualmente quando necessário.
 OBSERVAÇÃO   Você só pode inserir uma assinatura por mensagem de email; não é possível incluir várias assinaturas. Caso deseje incluir mais informações, crie uma assinatura com todas as informações e salve-a com um novo nome.

    Inserir uma mensagem automaticamente

    1. Em uma nova mensagem, na guia Mensagem, no grupo Incluir, clique em Assinatura e em Assinaturas.
    2. Em Escolha a assinatura padrão, na lista Conta de email, clique na conta de email à qual deseja associar a assinatura.
    3. Na lista Novas mensagens, selecione a assinatura desejada.
  1. Para incluir uma assinatura em uma resposta de mensagem ou em mensagens encaminhadas, na lista Respostas/Encaminhamentos, selecione a assinatura. Se não desejar incluir, selecione nenhum.
  2. Clique em OK.

    Inserir uma mensagem manualmente

  1. Em uma nova mensagem, na guia Mensagem, no grupo Incluir, clique em Assinatura e selecione a assinatura desejada.

Parar de incluir uma assinatura automaticamente

Faça o seguinte:

Parar de incluir uma assinatura automaticamente para todas as mensagens novas

  1. Em uma nova mensagem, na guia Mensagem, no grupo Incluir, clique em Assinatura e em Assinaturas.
 OBSERVAÇÃO   Você também pode acessar as opções de assinatura disponíveis na guia Mensagem depois de clicar em ResponderResponder a Todos ou Encaminhar em uma mensagem aberta.
  1. Na guia Assinatura de Email, em Escolher assinatura padrão, na lista Novas mensagens, selecionenenhuma.
  2. Clique em OK
  3. Para remover a assinatura da mensagem que está aberta no momento, exclua-a manualmente. Selecione a assinatura e pressione DELETE.
A assinatura não será exibida em nenhuma mensagem nova que você abrir em seguida.

Parar de incluir uma assinatura automaticamente para mensagens que você responde ou encaminha

  1. Em uma nova mensagem, na guia Mensagem, no grupo Incluir, clique em Assinatura e em Assinaturas.
 OBSERVAÇÃO   Você também pode acessar as opções de assinatura disponíveis na guia Mensagem depois de clicar em ResponderResponder a Todos ou Encaminhar em uma mensagem aberta.
  1. Na guia Assinatura de Email, em Escolher assinatura padrão, na lista Respostas/Encaminhamentos, selecione nenhum.
  2. Clique em OK
  3. Para remover a assinatura da mensagem que está aberta no momento, exclua-a manualmente. Selecione a assinatura e pressione DELETE.
A assinatura não será exibida em nenhuma mensagem nova que você abrir em seguida.

Remover uma assinatura automática de uma mensagem individual

  • No corpo da mensagem, selecione a assinatura e pressione DELETE.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

REPARANDO PARTIÇÕES

REPARANDO PARTIÇÕES



Possivelmente, o tipo mais comum de "recuperação" de arquivos não implica em realmente recuperar arquivos deletados, mas simplesmente reaver arquivos depois de problemas no sistema operacional, que impeçam o boot.

Antes de mais nada, comece verificando se os arquivos realmente foram perdidos, ou se ficaram simplesmente inacessíveis por causa da pane do sistema. Muitas vezes, partições aparentemente danificadas, que não são mais vistas através do Windows podem ser lidas perfeitamente ao dar boot usando uma distribuição Linux live-cd.

Comece abrindo o gparted (como root, através do terminal), de forma a verificar se as partições do HD continuam presentes (se não estiverem, passe para o tópico seguinte).

Se tudo estiver em ordem, o próximo passo é montar as partições via linha de comando, como em:

# mkdir /mnt/sda1
# mount -o ro /dev/sda1 /mnt/sda1
# mkdir /mnt/sda2
# mount -o ro /dev/sda2 /mnt/sda2

Se as partições do HD foram montadas sem erros, significa que provavelmente a estrutura está intacta, bom sinal. É interessante usar a opção "-o ro", como no exemplo, para que as partições sejam montadas em modo somente-leitura, eliminando qualquer possibilidade de piorar as coisas caso elas estejam danificadas.

Abra o Konqueror (ao utilizar uma distribuição baseada no KDE), ou o Nautilus (ao usar o Ubuntu ou outra baseada no Gnome). Faça isso usando o terminal aberto como root, para evitar qualquer problema relacionado às permissões de acesso. Para abrir o Konqueror, já mostrando o conteúdo da pasta onde foi montada a partição, use o comando:

# konqueror /mnt/sda1

Para usar o Nautilus, o comando fica:

# nautilus /mnt/sda1

Se todos os arquivos estiverem em ordem, você só precisa copiá-los para outro HD (ou um compartilhamento de rede) e o problema estará resolvido.

Caso o problema seja justamente na montagem de partição, o próximo passo é reparar as estruturas lógicas do sistema de arquivos, de forma que a partição possa ser montada e os dados voltem a ficar acessíveis. Mais uma vez, tudo pode ser feito a partir do live-cd.

Para partições formatadas em FAT16 ou FAT32, incluindo pendrives, cartões, câmeras e outros dispositivos, use o comando "fsck.vfat". Verificar partições formatadas em FAT regularmente é importante, pois este sistema de arquivos não possui um mecanismo confiável de detecção de erros. As partições e pendrives são montados mesmo que o sistema de arquivos esteja corrompido, fazendo com que os erros acabem se acentuando até o ponto em que os arquivos não possam ser lidos ou modificados, ou o sistema realmente não consegue montar a partição, dizendo que ela não está formatada ou outro erro similar.

Comece fazendo o teste não destrutivo, que acessa o dispositivo em modo somente-leitura e apenas avisa dos erros que encontrar:

# fsck.vfat /dev/hda1

De acordo com os erros que forem encontrados e a importância dos dados, você pode optar pela recuperação automática, que simplesmente corrige todos os erros, colocando arquivos corrompidos que puderam ser recuperados no diretório raiz, ou a recuperação manual, onde você pode verificar cada modificação.

Para fazer a recuperação automática, use:

# fsck.vfat -a /dev/hda1

Para a recuperação manual (bem mais longa e sujeita a erro humano), use:

# fsck.vfat -r /dev/hda1

Para que ele faça um exame de superfície, marcando os setores defeituosos, use a opção "-at", como em:

# fsck.vfat -at /dev/hda1

Erros em partições NTFS são mais incomuns, pois o sistema de arquivos inclui mais camadas de tolerância a falhas e o Windows realiza uma verificação a cada boot, executando o teste longo quando necessário. Apesar disso, em casos onde a partição acumule erros a ponto de não ser mais montada pelo Windows, você pode utilizar o "ntfsfix", um pequeno utilitário que corrige os problemas mais comuns. Para usá-lo, indique a partição NTFS a recuperar, como em:

# ntfsfix /dev/sda1

Depois de executado, o ntfsfix marca a flag de verificação para a partição, o que força a verificação do sistema de arquivos no próximo boot do Windows. Normalmente ele consegue reparar a partição o suficiente para que ela volte a ser montada e o scandisk do Windows cuida do resto.

Caso o ntfsfix não esteja disponível, abra o gerenciador de pacotes e procure pelo programa "ntfsprogs". A maioria das distribuições live-cd atuais utilizam o UnionFS, que permite instalar pequenos programas mesmo com o sistema rodando a partir do CD.

Temos em seguida as partições Linux, onde são utilizados os sistemas de arquivos EXT3 (ou EXT2), ReiserFS e (mais raramente) XFS. Assim como no caso do Windows, danos nas estruturas lógicas das partições podem fazer com que o sistema não inicialize mais, ou mesmo fazer com que você não consiga mais montar a partição, mesmo ao dar boot através do live-CD. Nesse caso, um reparo manual é necessário.

Para reparar uma partição EXT3, use o comando:

# fsck.ext3 /dev/hda1

Ele vai começar a apontar os erros e perguntar se cada um deve ser corrigido. Normalmente você pode ir apenas respondendo "y" para tudo, mas caso existam dados realmente importantes na partição é melhor prestar mais atenção. Arquivos danificados ou fragmentos de arquivos que puderam ser recuperados vão para a pasta "lost+found" no diretório raiz da partição.

Você pode também adicionar o parâmetro "-f", que força a verificação da partição mesmo que o sistema de arquivos pareça não ter problemas:

# fsck.ext3 -f /dev/hda1

O fsck não é capaz de recuperar o sistema de arquivos em casos de problemas com o superbloco, o setor que contém informações essenciais, como o tipo, tamanho, status e informações sobre a estrutura do sistema de arquivos. Quando não encontra o superbloco, o fsck simplesmente falha miseravelmente, exibindo um "fatal error", sem maiores explicações.

Sempre que a partição é criada, são criados vários superblocos alternativos, que servem justamente de backups para casos de problemas com o primeiro. Você pode ver a lista de endereços usando o comando "mkfs.ext3 -n partição", como em:

# mkfs.ext3 -n /dev/hda1

Ao usar o comando, nunca esqueça de incluir o "-n". Caso contrário, ao invés de mostrar as informações, ele vai formatar a partição (estou falando sério). No final do relatório você encontra:

Superblock backups stored on blocks:
32768, 98304, 163840, 229376, 294912, 819200, 884736

Alternativamente, você pode usar também o comando "dumpe2fs /dev/hda1 | grep -i superblock", que devolve a mesma informação.

Outra opção é usar o Testdisk (que veremos a seguir). Ele oferece uma opção para listar superblocos alternativos em partições EXT, que você acessa em "Advanced > Superblock".

Para restaurar o superbloco, chame novamente o comando "fsck.ext3", adicionando a opção "-b", seguida do endereço do superbloco que será usado. Caso, eventualmente, o primeiro resulte em erro, experimente o segundo, e assim por diante:

# fsck.ext3 -f -b 32768 /dev/hda2

Para partições EXT2, use o comando "fsck.ext2", que suporta os mesmos parâmetros.

Em partições formatadas em ReiserFS, comece com o comando:

# reiserfsck --check /dev/hda1

Ele exibe um aviso: Do you want to run this program?[N/Yes] (note need to type Yes if you do):

Ou seja, você precisa digitar "Yes" para continuar. Caso apenas dê Enter, ele aborta a operação. Ele vai verificar toda a estrutura do sistema de arquivos e indicar os erros encontrados. O próximo passo é usar a opção "--fix-fixable":

# reiserfsck --fix-fixable /dev/hda1

Este segundo comando efetivamente corrige todos os erros simples, que possam ser corrigidos sem colocar em risco as demais estruturas do sistema de arquivos. Em 90% dos casos isto é suficiente.

Caso seja encontrado algum erro grave, ele vai abortar a operação. Estes erros mais graves podem ser corrigidos com o comando:

# reiserfsck --rebuild-tree /dev/hda1

Este comando vai reconstruir do zero todas as estruturas do sistema de arquivos, vasculhando todos os arquivos armazenados. Essa operação pode demorar bastante, de acordo com o tamanho e quantidade de arquivos na partição. Nunca interrompa a reconstrução, caso contrário você não vai conseguir acessar nada dentro da partição, até que recomece e realmente conclua a operação.

O "--rebuild-tree" vai corrigir qualquer tipo de erro no sistema de arquivos. Ele só não vai resolver o problema se realmente existir algum problema físico como, por exemplo, um grande número de setores defeituosos no HD.

Finalmente, se você estiver usando uma partição formatada em XFS, comece com o:

# xfs_check /dev/hda1

Ele vai indicar os problemas encontrados. Para realmente corrigi-los, rode o:

# xfs_repair /dev/hda1

Assim como no caso do reiserfsck, todo o processo é automático. Ao contrário do EXT3, tanto o ReiserFS quanto o XFS são sistemas de arquivos muito complexos, por isso qualquer intervenção manual só aumentaria a possibilidade de destruir tudo.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Fazendo Backup no Outlook 2010

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Assistente de Importação / Exportação é exibido.
Isso mesmo. Clique em Exportar para um arquivoAvançar.
Estou sendo solicitado a selecionar "Criar um arquivo de tipo:".
Selecione Arquivo de Dados do Outlook (.pst) aqui e clique em Avançar.
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Dessa vez, o Outlook está me solicitando para Selecionar pasta de origem. Significa a pasta da qual desejo fazer backup?


Exatamente. Selecione Pastas Particulares aqui e verifique se a opção Incluir subpastas está marcada. Dessa maneira, você pode exportar todos os dados do Outlook 2010. Em seguida, clique em Avançar.
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O que eu devo fazer em seguida é dar um nome ao arquivo de backup e escolher a pasta de destino e o nome do arquivo, certo?
Isso mesmo. Por padrão, o arquivo denominado "backup.pst" é criado na área de trabalho. Se você não tiver problemas com essa organização, prossiga.
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Assim como na seção Opções, quando você exporta pela primeira vez, não é necessário selecionar. Mas na segunda vez, será necessário decidir o que fazer quando houver uma duplicação entre dados existentes e dados que estão sendo exportados. Você tem as opções a seguir.

Substituir duplicações por itens exportados: Quando há duplicação, as informações de duplicação são substituídas pelo arquivo recém-exportado.

Permitir a criação de itens duplicados: Os dados existentes não são substituídos e os dados duplicados são adicionados ao arquivo de backup.

Não exportar itens duplicados: As informações duplicadas não são copiadas no arquivo de backup
Por fim, devo clicar em Concluir?
Quase esqueci. Depois de clicar em Concluir, a caixa de diálogo seguinte é exibida. Se você definir uma senha aqui, será necessário digitá-la toda vez que abrir o arquivo de backup. Se não for necessário definir a senha, basta clicar em OK.
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Ah, começou a exportação.
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Depois que a exportação for concluída, insira a memória USB ou o CD-R no computador e copie o arquivo de backup para a mídia. Isso conclui o backup.
O que devo fazer se desejar carregar o arquivo do backup no Outlook 2010?
Sobre como carregar arquivos do backup no Outlook 2010, consulte "Importando contatos e mensagens do backup no Outlook 2010".
Muito obrigado. Estou aliviado em saber como fazer backup de dados do Outlook 2010.